Dia a dia a busca desenfreada da alegria ou amenia da tristesa em carne viva O mundo é vermelho Jeanne, pouco a pouco caem gotas de sangue Ainda com sorte enquanto entorpecida nenhuma vivalma te jogou mais abaixo O dia vai, a noite vem, a madrugada acaba O novo dia amanhece e a dor não passa Troca sua madrepérola por um pão com mortadela Apaga.Acha que descansa Que bom que ninguém te acompanha Se toca, se liga Pega informação do ônibus, desliga Acorda, é um novo dia O mundo é amarelo Jeanne...
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
A panela de pressão toca o hino. Assusta, mas ela só funciona assim.